Língua da Sogra: Vê se pode, fechá a UPA, vê se pode

A sogra Marikota ama Corvorinhos
Pensa num bicho burro. Pensô? Então agora multiplica a idade dele e dos 7 fiotin de cruiz credo que tão com ele por 1000, depois soma tudo e eleva ao quadrado.

Achô o resultado?

Já achô?

Pois é, esse numerão que deu aí na suas conta é o tamanho em metro da burrice desse rapaizinho e de seus cupincha. Vê se tem cabimento querê fechá a UPA. Lá é quase um hospital, atende muita gente. Onde o povo pobre de Corvorinhos vai sê atendido então? Nóis num tem convênio chique igual ele.

O pior é que tem tonto que acha que o Muleke tá certo. Vai morá em outra cidadi pra vê o que é bão pra tosse. É pacabá memo. Deixa eles precisá de atendimento médico urgente. Vão batê na casa do Muleke então. Onde que a sogra Marikota vai tomá remédio pra pará de duê suas variz? No hospitar particulá? É ruim hein!

Isso num podi acontecê. Ainda bem que o Japa não vai deixá. Ele tá com o povo e o povo tá com ele. A sogra já disse que é pra ele dá um rabo de arraia no Muleke e mandá o boneco arrumá um emprego, começá trabaiá e largá mão de falá bestera.

Vê se pode, fechá a UPA, vê se pode...

Corvorinhos é uma cidade fictícia, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Entendeu abestado?
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