Editorial - Eleições 2016, renovar, mudar ou melhorar?

Ourinhos, vista aérea. Foto: Wilson Rodrigues

Desde o início do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff muito tem se falado em mudança e renovação no país, especialmente em relação a escolha dos políticos. Mas mudar não é sinônimo de melhorar, nem renovar quer dizer que o iniciante é competente. Concordam?

Todo cuidado é pouco. Este ano haverão eleições municipais. Em todo o país jovens políticos com intenções no mínimo duvidosas estão se aproveitando do momento crítico que atravessa a nação para tentar emplacar um pseudo discurso de mudança e renovação. Alguém já viu isso por aqui?

Não há uma fórmula para escolher o político mais preparado para nos representar, isto já sabemos. Mas nada melhor que o tempo para atestar a credibilidade de homens públicos. Alguns bons exemplos estão aí para serem seguidos por quem sonha alçar voo na vida pública. Aloísio Nunes, Eduardo Suplicy, Cristóvão Buarque e Pedro Simon já provaram que experiência pode ser sinônimo de credibilidade e competência. Em Ourinhos temos os exemplos dos ex-prefeitos Esperidião Cury e Toshio Misato.

Para sairmos da crise é preciso melhorar o que já temos, valorizar o que já foi conquistado. Começar do zero não parece sensato. Administrar uma cidade não é para amadores. Por isso, o povo deve pensar bem e decidir se quer melhorar o que já conquistou ou se quer mudar tudo e começar do zero novamente.
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